4 dicas de decoração pra deixar sua casa nova mais aconchegante

4 dicas de decoração pra deixar sua casa nova mais aconchegante

Você está prestes a morar no seu imóvel novo e procura dicas de decoração para deixar tudo como sempre sonhou? Fazer um projeto bem planejado e com a ajuda de um profissional deixará a sua casa muito mais agradável, aconchegante e harmônica, ou seja, perfeita para o seu dia a dia e para receber a sua família e amigos.

Quer uma ajuda com isso? Dá uma olhada nas 4 sugestões que apresentamos a você neste post. Assim, na hora de contratar o arquiteto ou designer de interiores, já terá uma ideia do que pode pedir a ele para deixar os ambientes mais funcionais e com o seu estilo.

1. Procure o estilo que combina com você

Há uma infinidade de estilos de decoração e, mesmo os mais tradicionais, acabam sofrendo a influência das tendências para cada época em que vivemos. Por isso, o ideal é que você faça uma boa pesquisa antes de determinar aquele que vai predominar no projeto de decoração da sua casa.

Você pode, também, conversar com o profissional que fará o seu projeto para entender melhor como misturar estilos sem perder a elegância e o conforto que espera ter em seus ambientes. Assim, escolherá os móveis de acordo com o que foi definido, buscando harmonia, mas sem com isso deixar de lado a criatividade. Veja quais são os estilos mais conhecidos:

  • clássico;
  • retrô ou vintage;
  • boho;
  • industrial;
  • rústico;
  • minimalista;
  • contemporâneo;
  • romântico;
  • asiático, entre outros.

2. Acerte na escolha de acessórios e objetos de decoração

A partir da definição dos estilos que serão usados nos ambientes da sua casa, será possível iniciar a compra dos objetos e acessórios que complementarão o visual. É importante saber usar a mistura de cores e estampas para que a decoração não fique carregada.

Uma alternativa interessante é verificar se os objetos que você já tem combinam com o novo planejamento. Caso contrário, ainda vale checar o que poderá ser aproveitado de forma diferente, com reformas ou customizações. Lembre-se de que almofadas, quadros, esculturas e cortinas ajudam a criar um ar mais aconchegante e personalizado.

3. Pense na funcionalidade dos móveis e na praticidade

Entre as dicas de decoração, talvez essa seja uma das mais importantes. No momento da escolha dos móveis, além de optar por aqueles que combinam com o estilo desenvolvido para o seu projeto, é importante que eles sejam funcionais e tragam praticidade ao seu dia a dia.

Procure aqueles que tenham materiais resistentes e que proporcionem versatilidade, ou seja, possam ser usados para diferentes finalidades. Nos cômodos menores, o ideal é optar pelos móveis planejados, assim como na cozinha e nos banheiros.

4. Deixe áreas livres para circulação

Por fim, nossa sugestão é que você evite deixar a casa muito cheia de móveis, que podem atrapalhar a circulação de moradores e de visitantes. Um exemplo disso é a sala de jantar. O ideal, nesse caso, é que as mesas e cadeiras tenham uma distância de, pelo menos, 80 centímetros da parede. Isso garante o conforto de todos, além da praticidade na hora da limpeza.

Com essas dicas de decoração, temos certeza de que você conseguirá trabalhar com mais tranquilidade no projeto. Não se esqueça de que o arquiteto ou o designer de interiores são profissionais qualificados, que ajudam a escolher os estilos que mais combinam com a sua personalidade e, inclusive, a encontrar móveis e objetos com melhor custo-benefício no mercado.

Gostou das nossas sugestões? Que tal continuar aprendendo sobre o assunto e ler nosso post com 4 dicas para decorar a fachada usando o paisagismo na frente da casa?

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Veja aqui qual a documentação para construir ou reformar um imóvel

Por mais confortável que seja um imóvel, é natural que em algum momento ele precise passar por reformas para manter seu padrão de conforto. Antes de dar início a este tipo de obra, porém, o proprietário deve reunir os documentos para construir. Estas autorizações também se fazem necessárias quando o imóvel é edificado do zero.

Embora em um primeiro momento a tarefa de ir à prefeitura ou à organização responsável aparente ser um incômodo, ela foi instituída para garantir que a construção siga todas as normas referentes à segurança. Por esse motivo, ao deixar de lado as devidas autorizações, o proprietário se expõe a riscos e ainda fica sujeito a sanções emitidas pela fiscalização.

Levando esses fatos em consideração, é fácil entender a importância de seguir todos os procedimentos necessários para dar início a uma obra. A grande questão é, quais são eles? Continue a leitura e descubra a documentação exigida para construir e reformar imóveis!

Matrícula de imóvel

Imagine ter o trabalho de começar uma obra, levantar os alicerces e ver todos os trabalhos impedidos por um fiscal, que em determinados casos pode até mesmo aplicar multas? Uma pessoa que inicia a construção de um imóvel sem antes verificar no cartório se o terreno está habilitado para isso se expõe a este risco.

Para evitar esta situação, que além de atrasar a obra pode acarretar mais custos financeiros, é necessário, antes de qualquer coisa, verificar no cartório local se o terreno está devidamente registrado e conta com uma matrícula própria. Outra medida importante é verificar na prefeitura se o terreno tem alguma dívida com impostos como IPTU.

Projeto elaborado por profissionais qualificados

Embora não seja incomum no Brasil que reformas e construções sejam feitas sem um projeto elaborado por profissionais qualificados, tal atitude expõe os proprietários do imóvel a riscos, pois a obra segue sem um estudo detalhado de áreas vitais, como o solo e, em caso de reforma, a estrutura do imóvel pronto.

Além disso, o projeto é exigido por lei, de modo que qualquer indivíduo que toque uma obra sem ele está sujeito a sanções legais, como a aplicação de multas e até mesmo ao embargo da construção.

Portanto, antes de começar a construir ou a reformar um imóvel, o seu proprietário precisa contar com o auxílio de um arquiteto e de um engenheiro para emitir projetos como o de estrutura, elétrico e hidráulico.

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Alvará da prefeitura

Quando falamos em documentos para construir, um dos mais importantes é o alvará emitido pela prefeitura. A autorização é obrigatória para qualquer tipo de obra, seja uma construção ou uma reforma.

Não são poucas as vezes em que, quando apenas mudanças serão feitas em um imóvel, seu proprietário decida tocar a obra sem qualquer projeto sem notificar a prefeitura de sua cidade. Faz-se necessário ressaltar, porém, que esta atitude está contra as normas legais e é passível de sanção.

A verdade é que mesmo reformas menores precisam de uma autorização conhecida como Alvará de Reforma Simplificada. Para que o documento seja emitido, o proprietário deve apresentar à prefeitura local um laudo assinado por um especialista devidamente registrado em seu conselho de classe, um arquiteto ou um engenheiro. O laudo em questão deve informar à prefeitura os objetivos da obra.

ART ou RRT

Como já foi citado, os serviços técnicos de um engenheiro e de um arquiteto são exigidos por lei em qualquer construção. Entre as prerrogativas desses profissionais, podemos citar a elaboração do ART e do RRT.

O ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) pode ser descrito como um documento que deve necessariamente ser emitido pelo Engenheiro Civil responsável pela obra. Apenas profissionais em pleno exercício da função, com registro ativo no CREA (Conselho Regional de Engenharia), podem emitir este documento.

O RTT (Registro de Responsabilidade Técnica), por sua vez, tem os mesmos efeitos do ART e na prática pode ser considerado o mesmo documento. A diferença é que sua emissão é feita pelo Arquiteto responsável. Apenas profissionais com registro ativo no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) podem elaborar este documento.

Por meio do ART e do RRT, o cliente e profissional firmam um contrato que indica o responsável pela obra.

Normas da ABNT

Em abril de 2014 entrou em ação a norma NBR 16280.2014 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Esta norma, que tem o mesmo peso que uma lei, impõe uma série de requisitos e parâmetros para execução dos projetos de reforma, isso com a finalidade de tornar toda a operação mais segura.

Segundo a norma, qualquer tipo de obra feita no imóvel, que coloque em risco real sua estrutura ou a área em seu entorno, precisa ser analisada pela construtora, ou incorporadora, responsável pela construção até o vencimento da garantia. Deste momento em diante, a obra só poderá ser feita se receber um laudo técnico assinado por um engenheiro ou por um arquiteto.

Registro de imóvel

Depois que um imóvel é construído, seu proprietário precisa ir até a prefeitura solicitar a visita de um fiscal. Cabe a ele a tarefa de fiscalizar o novo imóvel e de verificar se sua construção seguiu as devidas normas de segurança. Se a obra é segura e foi executada segundo as normas, o fiscal emitirá o habite-se, um documento que também é conhecido como certificado de conclusão de obra.

Com o documento e a planta do imóvel em mãos, o proprietário precisa ir até o cartório local registrar que um novo imóvel foi edificado no terreno. Para finalizar o processo, depois de terminar o registro em cartório, o proprietário precisa voltar à prefeitura para receber o número de cadastro de seu imóvel.

Embora todo este processo burocrático aparente ser longo, ele se faz necessário para garantir a segurança dos proprietários do imóvel, em reforma ou construção, e também dos profissionais envolvidos nos trabalhos de edificação. Um meio de facilitar este processo é recorrer a uma construtora com expertise nesta área.

Gostaria de contar com apoio profissional para a emissão dos documentos para construir e ainda receber os serviços de engenheiros e arquitetos altamente qualificados? Entre em contato conosco e descubra as soluções da Misorelli Engenharia.

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Construir piscina: 4 dicas para não errar

O Brasil é um país tropical, de modo que tanto suas altas temperaturas quanto os efeitos causados por elas não são uma novidade para seu povo. Este calor, que perdura o ano inteiro, é como um convite para a realização de esportes e de atividades recreativas na água, um contexto que torna a prática de construir piscina bem difundida.

Embora boa parte dos brasileiros já tenham experimentado uma piscina, é comum que as dificuldades que envolvem a construção passem despercebidas a seus olhos. Infelizmente, esse erro pode causar uma série de problemas durante a obra.

Pensando neste problema, nós resolvemos criar este conteúdo com o conhecimento necessário para todas as pessoas que desejam construir uma piscina. Continue lendo o artigo e descubra 4 dicas incríveis para ter sucesso nesta tarefa!

1. Escolha o tipo mais adequado de piscina

Por mais óbvio que pareça, o primeiro passo a ser dado, para construir piscina, é escolher um modelo que de fato corresponda às necessidades de seus usuários. Neste momento, detalhes como a área de construção disponível e a quantidade de pessoas que devem utilizar a piscina com frequência são relevantes.

Além disso, é importante manter em mente os custos de construção. Via de regra, uma piscina mais convencional de 2x4m, com 1,40 de profundidade, costuma ter seu preço de edificação entre R$ 2 mil e R$ 4 mil/m².

Por fim, é válido ressaltar que o material que compõe a piscina tem grande influência sobre seu custo. Dentre os principais tipos de piscina disponíveis, podemos citar os seguintes:

  • piscinas de fibra de vidro;
  • piscinas de vinil;
  • piscinas de alvenaria.

2. Prepare a construção de acordo com o tipo de piscina escolhido

Uma vez que o tipo de piscina mais indicado é definido, o seguinte passo consiste em atender aos requisitos necessários para a construção. Estes requisitos tendem a mudar de acordo com o modelo escolhido.

A construção de uma piscina de concreto armado ou alvenaria, além da escavação, exige profissionais especializados neste tipo de obra. Uma piscina de fibra de vidro, por sua vez, já está pronta, de modo que será necessário contratar um profissional especializado apenas em sua instalação.

Por fim, um requisito comum para se construir piscina, independente do modelo, é a presença de um especialista, responsável pelo projeto, e de licenças que devem ser previamente emitidas pela prefeitura ou companhia de saneamento.

3. Considere o ambiente em que a obra será feita

Além do espaço, já mencionado neste artigo, é importante que a pessoa, que deseja construir uma piscina, verifique a qualidade do solo antes de iniciar a obra. Isso ocorre porque alguns tipos de solo, como o de áreas próximas a manguezais, podem encarecer e atrasar a construção.

Dependendo da situação, a implementação de medidas alternativas, como a construção de decks suspensos, pode ser a melhor opção.

4. Não deixe de lado o paisagismo

Por fim, é importante ressaltar que a construção de uma piscina, quando bem-feita, valoriza o imóvel. Por esse motivo é interessante que a obra seja vista como um investimento, e não como um custo.

Neste contexto, optar por um projeto paisagístico mais elaborado, que realce a beleza ambiente, além de tornar a área da piscina ainda mais bonita e relaxante, pode elevar o preço do imóvel, contribuindo para sua valorização.

Se levarmos em consideração o grande número de requisitos para que a construção de uma piscina seja feita corretamente, é possível notar que uma pessoa, sem a devida qualificação, poderia cometer uma série de erros, gerando problemas e prejuízos.

Portanto, é fundamental que os responsáveis, tanto pela obra quanto pelo projeto, tenham a devida capacitação e experiência.

Agora que você entende quais cuidados tomar para construir piscina, gostaria de ter acesso a mais informações úteis para seu dia a dia? Assine nossa newsletter e não perca nenhum conteúdo relevante!

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Cronograma de obra: como fazer de forma rápida e fácil

Organização e controle são dois requisitos indispensáveis para que uma tarefa seja desempenhada com eficiência, e a construção civil não é uma exceção a esta regra. Por esse motivo, elaborar um cronograma de obra, antes de dar início a qualquer edificação, é de suma importância.

Ao tomar este cuidado, o profissional responsável pela construção consegue organizar de maneira intuitiva todas as atividades que precisa realizar, o que lhe permite usar os recursos que tem à sua disposição de maneira mais econômica. Além disso, uma obra bem organizada está menos sujeita a erros e acidentes.

Levando estes fatos em consideração fica fácil entender por que o cronograma de obra é tão importante. A grande questão é, como realizá-lo? Continue a leitura e descubra como ser bem-sucedido nesta tarefa!

Mapeie as atividades

O primeiro passo a ser dado na elaboração de um cronograma de obra eficiente é mapear todas as etapas que devem ser realizadas durante o processo de contração. Com base em tais informações existe a possibilidade de se desenvolver a Estrutura Analítica do Projeto (EAP). A EAP pode ser descrita como o conjunto das atividades necessárias para que um projeto seja finalizado.

Nesta etapa da elaboração do cronograma a ordem em que as tarefas devem ser realizadas não tem relevância. O mais importante neste momento é não deixar de fora nenhuma das tarefas que devem ser desempenhadas durante a obra.

Defina a sequência de atividades

Assim que o mapeamento de atividades é feito, o passo seguinte é definir a ordem com que as atividades em questão devem ser realizadas.

Este processo é de suma importância e deve ser executado por uma pessoa com o conhecimento técnico necessário. Isso ocorre porque algumas tarefas só podem ser iniciadas depois que determinada etapa é completa. Portanto, um erro de planejamento, principalmente em obras maiores, pode ocasionar graves atrasos e prejuízos.

Outro ponto importante é identificar quais tarefas só podem ser realizadas quando uma etapa anterior é cumprida e quais podem ser executadas ao mesmo tempo. Tomando este cuidado é possível otimizar o tempo da construção.

Estipule o tempo necessário para realização de cada etapa

Conforme o cronograma de obra começa a tomar forma, o responsável por ele precisa definir o tempo necessário para que cada etapa seja realizada. Este cuidado é fundamental para garantir que a construção será completada dentro do prazo.

Além de usar seu conhecimento técnico para prever a duração de cada atividade, o profissional precisa fazer uso de experiências anteriores para tentar mensurar atrasos causados por imprevistos.

Construa o cronograma de obra

Com base nos passos dados anteriormente, todas as informações necessárias para que o cronograma de obra seja feito já estão disponíveis. O passo final é a elaboração do cronograma em si.

Via de regra, o uso de softwares especializados é recomendado nesta etapa, e existem muitas opções disponíveis, entre elas podemos citar o Primavera, o MS Project e até mesmo o MS Excel. É importante que o responsável pelo cronograma escolha um sistema ao qual já esteja habituado. Detalhes como interface intuitiva podem ser considerados um diferencial para esta escolha.

A tarefa de controlar todos os processos e atividades para a construção de um imóvel é árdua, sem uma organização eficiente a tendência é que erros sejam cometidos, causando um aumento de custos e, em alguns casos, até mesmo acidentes. Por esse motivo, medidas que garantem a organização da construção são tão importantes e precisam ser devidamente implementadas.

Agora que você sabe como elaborar um cronograma de obra, que tal compartilhar este artigo em suas redes sociais e dividir este conhecimento com seus amigos?

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Legislação da construção civil: entenda as principais obrigações

Toda construção ou reforma, independentemente do tamanho, deve responder à legislação da construção civil, que abrange regulações e normas instituídas pelo município e estado em que a obra está localizada, além das leis nacionais, que orientam os projetos de empreiteiras, engenheiros e arquitetos.

As questões que devem ser consideradas para evitar sanções e até a interdição da obra envolvem o número de pavimentos e a taxa de ocupação das edificações, o coeficiente de aproveitamento (índice que relaciona a área construída e a do terreno), a altura máxima permitida para a edificação (gabarito) e o recuo, por exemplo.

Existem também parâmetros que precisam ser respeitados, além de outras considerações, como a sustentabilidade. Veja agora quais requisitos fazem parte da legislação da construção civil para que sua obra fique adequada!

Documentos e licenças

Para a liberação da construção pela prefeitura, alguns documentos e licenças são solicitados:

  • título de propriedade do imóvel, devidamente registrado em cartório (escritura);
  • cópia das folhas 1 e 2 da notificação ou recibo de pagamento do IPTU;
  • memorial descritivo, que especifica os materiais utilizados, em duas vias assinadas pelo arquiteto ou engenheiro e proprietário;
  • peças gráficas (plantas, cortes, fachada principal, projeto de energia e iluminação, estrutura de ventilação) assinadas pelos responsáveis (autor do projeto, engenheiro e proprietário);
  • levantamento planialtimétrico em duas vias;
  • taxa recolhida para o CREA (Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia);
  • cópia do recibo de pagamento dos profissionais responsáveis;
  • cópia da carteira do CREA dos profissionais;
  • comprovante de pagamento das taxas e emolumentos exigidos pela prefeitura referentes ao andamento do processo a ser instaurado.

Com toda a documentação organizada, os responsáveis solicitam a visita de um agente da prefeitura que verifica se foram cumpridas todas as obrigações técnicas e legais, para então emitir o documento que autoriza o início da construção.

Nível de ruídos

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) instituiu a Norma Brasileira (NBR) 10.151/2000, que estabelece quais os níveis de ruído para conforto acústico em diversas situações.

A regulação determina que o barulho máximo em obras deve ser o de 55 decibéis das 7h às 20h e de 50 decibéis para o período compreendido das 20h às 7h . Se o próximo dia for feriado ou domingo, o período noturno deve ser finalizado às 19h.

Estas normas devem ser aplicadas obrigatoriamente por empreendimentos de qualquer natureza, para obtenção de licenciamento ambiental, por força de Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Mudanças nas fachadas

O design e a cor das fachadas devem ser planejados conforme o estabelecido pela administração do município, podendo a prefeitura, inclusive, solicitar fotografias para a concessão de documentação.

Isso porque muitos projetos para construção, reconstrução ou reforma podem não só se diferir às fachadas visíveis dos logradouros, mas também interferir na harmonia com as construções vizinhas.

Caso o imóvel seja tombado, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), autarquia federal vinculada ao Ministério da Cidadania que se responsabiliza pela preservação do patrimônio histórico e cultural do país, precisa autorizar as mudanças propostas na fachada, principalmente se essas comprometerem a visão arquitetônica do conjunto.

No caso de edifícios, o Código Civil determina que o condômino não altere, em nenhuma hipótese, a cor, a forma e a fachada de paredes e esquadrias externas de áreas comuns, escadas e sacadas.

Escolha dos materiais

Todos os materiais e cores a serem empregados nas obras devem constar num projeto arquitetônico ou memorial descritivo, cuja escolha é de responsabilidade do engenheiro.

O documento poderá ser consultado posteriormente, sempre que houver dúvida sobre a composição dos materiais, marca e outras características e peculiaridades.

Além disso, os projetos que incluírem elementos de madeira na fachada precisam seguir as normas da ABNT para essa especificação e descrever no documento, inclusive, o peso do material que será utilizado.

Caso não tenha esse documento, a construção poderá ser embargada pela prefeitura em qualquer fase, assim como se for atestado o uso de materiais não previstos, inadequados, ou de condições que comprometam a integridade da obra.

A carga e a descarga do material também devem ser determinadas em horários específicos, principalmente se o terreno da construção se encontra próximo a domicílios em que seus moradores possam ser incomodados com o barulho dos equipamentos.

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Interdição da área da obra

Algumas prefeituras obrigam que a edificação (construída, reformada ou demolida) seja isolada por tapumes até a sua conclusão. Além disso, a área da obra não deve ocupar a via pública, devendo a calçada estar livre e protegida para a circulação dos cidadãos.

Uso e locação de caçambas

É de responsabilidade do representante da obra o descarte adequado do entulho gerado pela construção. Para tal, é preciso contratar profissionais capacitados e caçambas, além de atentar pelo local onde os detritos serão despejados.

As caçambas devem ser preferencialmente depositadas dentro do canteiro de obras. Caso não seja possível e elas tenham que ocupar a área externa, não devem obstruir a via pública e nem serem colocadas nas calçadas.

A distância da esquina precisa ser de mais de 5 metros, assim como do meio-fio para não impedir o escoamento da água. Os horários e dias devem obedecer as regras de cada prefeitura.

Direitos trabalhistas

Os direitos trabalhistas devem ser respeitados por qualquer segmento, inclusive pelo da construção civil. Todos os profissionais da obra, exceto os autônomos e terceirizados, precisam ser registrados conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho):

  • cumprir jornada de trabalho de 44 horas semanais, ou seja, 8 horas de trabalho por dia de segunda a sexta-feira, mais 4 horas no sábado;
  • horas trabalhadas além da jornada normal serão consideradas horas extra e remuneradas com o adicional mínimo de 50%;
  • é obrigatório ao empregador (empresa com mais de dez funcionários) registrar a jornada por meio de cartão de ponto;
  • receber vale transporte antecipadamente para usufruir do transporte coletivo público na ida e volta do trabalho;
  • ter um percentual do seu salário depositado como FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) até o dia 7 de cada mês;
  • receber 13º salário até o dia 20 de dezembro e metade do valor devido recebido antecipadamente até o dia 30 de novembro.

São regras específicas para a construção civil:

  • ao empregador, cabe apresentar em um quadro afixado em local visível os nomes dos empregados, horários de entrada e saída e de funcionamento da obra;
  • afixar uma cópia da planta aprovada, o alvará de construção, dados do autor do projeto e do responsável técnico em local visível;
  • disponibilizar um banheiro para os funcionários, ainda que eles não durmam no local, com ligação de água e luz;
  • oferecer equipamentos de proteção individual adequados às funções que serão exercidas.

Fique atento e acompanhe as mudanças na legislação da construção civil para garantir os direitos dos trabalhadores e diminuir os riscos de passivos trabalhistas e problemas com a fiscalização onde a obra está localizada.

Aspectos acerca da segurança e da sustentabilidade merecem atenção especial, para otimizar o uso de recursos e viabilizar maior qualidade de vida e de trabalho para as pessoas que frequentarão o ambiente.

É sempre importante contratar uma empresa de engenharia de qualidade para ajudá-lo no planejamento e execução da sua obra. A Misorelli Engenharia conhece a legislação da construção civil e pode te ajudar.

Entre em contato com a Misorelli Engenharia e veja como construir ou reformar com segurança!