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Cronograma de obra: como fazer de forma rápida e fácil

Organização e controle são dois requisitos indispensáveis para que uma tarefa seja desempenhada com eficiência, e a construção civil não é uma exceção a esta regra. Por esse motivo, elaborar um cronograma de obra, antes de dar início a qualquer edificação, é de suma importância.

Ao tomar este cuidado, o profissional responsável pela construção consegue organizar de maneira intuitiva todas as atividades que precisa realizar, o que lhe permite usar os recursos que tem à sua disposição de maneira mais econômica. Além disso, uma obra bem organizada está menos sujeita a erros e acidentes.

Levando estes fatos em consideração fica fácil entender por que o cronograma de obra é tão importante. A grande questão é, como realizá-lo? Continue a leitura e descubra como ser bem-sucedido nesta tarefa!

Mapeie as atividades

O primeiro passo a ser dado na elaboração de um cronograma de obra eficiente é mapear todas as etapas que devem ser realizadas durante o processo de contração. Com base em tais informações existe a possibilidade de se desenvolver a Estrutura Analítica do Projeto (EAP). A EAP pode ser descrita como o conjunto das atividades necessárias para que um projeto seja finalizado.

Nesta etapa da elaboração do cronograma a ordem em que as tarefas devem ser realizadas não tem relevância. O mais importante neste momento é não deixar de fora nenhuma das tarefas que devem ser desempenhadas durante a obra.

Defina a sequência de atividades

Assim que o mapeamento de atividades é feito, o passo seguinte é definir a ordem com que as atividades em questão devem ser realizadas.

Este processo é de suma importância e deve ser executado por uma pessoa com o conhecimento técnico necessário. Isso ocorre porque algumas tarefas só podem ser iniciadas depois que determinada etapa é completa. Portanto, um erro de planejamento, principalmente em obras maiores, pode ocasionar graves atrasos e prejuízos.

Outro ponto importante é identificar quais tarefas só podem ser realizadas quando uma etapa anterior é cumprida e quais podem ser executadas ao mesmo tempo. Tomando este cuidado é possível otimizar o tempo da construção.

Estipule o tempo necessário para realização de cada etapa

Conforme o cronograma de obra começa a tomar forma, o responsável por ele precisa definir o tempo necessário para que cada etapa seja realizada. Este cuidado é fundamental para garantir que a construção será completada dentro do prazo.

Além de usar seu conhecimento técnico para prever a duração de cada atividade, o profissional precisa fazer uso de experiências anteriores para tentar mensurar atrasos causados por imprevistos.

Construa o cronograma de obra

Com base nos passos dados anteriormente, todas as informações necessárias para que o cronograma de obra seja feito já estão disponíveis. O passo final é a elaboração do cronograma em si.

Via de regra, o uso de softwares especializados é recomendado nesta etapa, e existem muitas opções disponíveis, entre elas podemos citar o Primavera, o MS Project e até mesmo o MS Excel. É importante que o responsável pelo cronograma escolha um sistema ao qual já esteja habituado. Detalhes como interface intuitiva podem ser considerados um diferencial para esta escolha.

A tarefa de controlar todos os processos e atividades para a construção de um imóvel é árdua, sem uma organização eficiente a tendência é que erros sejam cometidos, causando um aumento de custos e, em alguns casos, até mesmo acidentes. Por esse motivo, medidas que garantem a organização da construção são tão importantes e precisam ser devidamente implementadas.

Agora que você sabe como elaborar um cronograma de obra, que tal compartilhar este artigo em suas redes sociais e dividir este conhecimento com seus amigos?

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Legislação da construção civil: entenda as principais obrigações

Toda construção ou reforma, independentemente do tamanho, deve responder à legislação da construção civil, que abrange regulações e normas instituídas pelo município e estado em que a obra está localizada, além das leis nacionais, que orientam os projetos de empreiteiras, engenheiros e arquitetos.

As questões que devem ser consideradas para evitar sanções e até a interdição da obra envolvem o número de pavimentos e a taxa de ocupação das edificações, o coeficiente de aproveitamento (índice que relaciona a área construída e a do terreno), a altura máxima permitida para a edificação (gabarito) e o recuo, por exemplo.

Existem também parâmetros que precisam ser respeitados, além de outras considerações, como a sustentabilidade. Veja agora quais requisitos fazem parte da legislação da construção civil para que sua obra fique adequada!

Documentos e licenças

Para a liberação da construção pela prefeitura, alguns documentos e licenças são solicitados:

  • título de propriedade do imóvel, devidamente registrado em cartório (escritura);
  • cópia das folhas 1 e 2 da notificação ou recibo de pagamento do IPTU;
  • memorial descritivo, que especifica os materiais utilizados, em duas vias assinadas pelo arquiteto ou engenheiro e proprietário;
  • peças gráficas (plantas, cortes, fachada principal, projeto de energia e iluminação, estrutura de ventilação) assinadas pelos responsáveis (autor do projeto, engenheiro e proprietário);
  • levantamento planialtimétrico em duas vias;
  • taxa recolhida para o CREA (Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia);
  • cópia do recibo de pagamento dos profissionais responsáveis;
  • cópia da carteira do CREA dos profissionais;
  • comprovante de pagamento das taxas e emolumentos exigidos pela prefeitura referentes ao andamento do processo a ser instaurado.

Com toda a documentação organizada, os responsáveis solicitam a visita de um agente da prefeitura que verifica se foram cumpridas todas as obrigações técnicas e legais, para então emitir o documento que autoriza o início da construção.

Nível de ruídos

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) instituiu a Norma Brasileira (NBR) 10.151/2000, que estabelece quais os níveis de ruído para conforto acústico em diversas situações.

A regulação determina que o barulho máximo em obras deve ser o de 55 decibéis das 7h às 20h e de 50 decibéis para o período compreendido das 20h às 7h . Se o próximo dia for feriado ou domingo, o período noturno deve ser finalizado às 19h.

Estas normas devem ser aplicadas obrigatoriamente por empreendimentos de qualquer natureza, para obtenção de licenciamento ambiental, por força de Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Mudanças nas fachadas

O design e a cor das fachadas devem ser planejados conforme o estabelecido pela administração do município, podendo a prefeitura, inclusive, solicitar fotografias para a concessão de documentação.

Isso porque muitos projetos para construção, reconstrução ou reforma podem não só se diferir às fachadas visíveis dos logradouros, mas também interferir na harmonia com as construções vizinhas.

Caso o imóvel seja tombado, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), autarquia federal vinculada ao Ministério da Cidadania que se responsabiliza pela preservação do patrimônio histórico e cultural do país, precisa autorizar as mudanças propostas na fachada, principalmente se essas comprometerem a visão arquitetônica do conjunto.

No caso de edifícios, o Código Civil determina que o condômino não altere, em nenhuma hipótese, a cor, a forma e a fachada de paredes e esquadrias externas de áreas comuns, escadas e sacadas.

Escolha dos materiais

Todos os materiais e cores a serem empregados nas obras devem constar num projeto arquitetônico ou memorial descritivo, cuja escolha é de responsabilidade do engenheiro.

O documento poderá ser consultado posteriormente, sempre que houver dúvida sobre a composição dos materiais, marca e outras características e peculiaridades.

Além disso, os projetos que incluírem elementos de madeira na fachada precisam seguir as normas da ABNT para essa especificação e descrever no documento, inclusive, o peso do material que será utilizado.

Caso não tenha esse documento, a construção poderá ser embargada pela prefeitura em qualquer fase, assim como se for atestado o uso de materiais não previstos, inadequados, ou de condições que comprometam a integridade da obra.

A carga e a descarga do material também devem ser determinadas em horários específicos, principalmente se o terreno da construção se encontra próximo a domicílios em que seus moradores possam ser incomodados com o barulho dos equipamentos.

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Interdição da área da obra

Algumas prefeituras obrigam que a edificação (construída, reformada ou demolida) seja isolada por tapumes até a sua conclusão. Além disso, a área da obra não deve ocupar a via pública, devendo a calçada estar livre e protegida para a circulação dos cidadãos.

Uso e locação de caçambas

É de responsabilidade do representante da obra o descarte adequado do entulho gerado pela construção. Para tal, é preciso contratar profissionais capacitados e caçambas, além de atentar pelo local onde os detritos serão despejados.

As caçambas devem ser preferencialmente depositadas dentro do canteiro de obras. Caso não seja possível e elas tenham que ocupar a área externa, não devem obstruir a via pública e nem serem colocadas nas calçadas.

A distância da esquina precisa ser de mais de 5 metros, assim como do meio-fio para não impedir o escoamento da água. Os horários e dias devem obedecer as regras de cada prefeitura.

Direitos trabalhistas

Os direitos trabalhistas devem ser respeitados por qualquer segmento, inclusive pelo da construção civil. Todos os profissionais da obra, exceto os autônomos e terceirizados, precisam ser registrados conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho):

  • cumprir jornada de trabalho de 44 horas semanais, ou seja, 8 horas de trabalho por dia de segunda a sexta-feira, mais 4 horas no sábado;
  • horas trabalhadas além da jornada normal serão consideradas horas extra e remuneradas com o adicional mínimo de 50%;
  • é obrigatório ao empregador (empresa com mais de dez funcionários) registrar a jornada por meio de cartão de ponto;
  • receber vale transporte antecipadamente para usufruir do transporte coletivo público na ida e volta do trabalho;
  • ter um percentual do seu salário depositado como FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) até o dia 7 de cada mês;
  • receber 13º salário até o dia 20 de dezembro e metade do valor devido recebido antecipadamente até o dia 30 de novembro.

São regras específicas para a construção civil:

  • ao empregador, cabe apresentar em um quadro afixado em local visível os nomes dos empregados, horários de entrada e saída e de funcionamento da obra;
  • afixar uma cópia da planta aprovada, o alvará de construção, dados do autor do projeto e do responsável técnico em local visível;
  • disponibilizar um banheiro para os funcionários, ainda que eles não durmam no local, com ligação de água e luz;
  • oferecer equipamentos de proteção individual adequados às funções que serão exercidas.

Fique atento e acompanhe as mudanças na legislação da construção civil para garantir os direitos dos trabalhadores e diminuir os riscos de passivos trabalhistas e problemas com a fiscalização onde a obra está localizada.

Aspectos acerca da segurança e da sustentabilidade merecem atenção especial, para otimizar o uso de recursos e viabilizar maior qualidade de vida e de trabalho para as pessoas que frequentarão o ambiente.

É sempre importante contratar uma empresa de engenharia de qualidade para ajudá-lo no planejamento e execução da sua obra. A Misorelli Engenharia conhece a legislação da construção civil e pode te ajudar.

Entre em contato com a Misorelli Engenharia e veja como construir ou reformar com segurança!

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Alugar ou comprar imóvel? Saiba como escolher a melhor opção

Estilo de vida, planos para o futuro, necessidade ou não de obter mais estabilidade financeira e emocional… são todas questões que devem ser consideradas no momento de decidir entre alugar ou comprar imóvel. O senso comum dita que a aquisição deveria ser perseguida por todos, mas será que esse é o momento certo em sua vida para um investimento desse porte?

É essa questão que desejamos ajudar você a avaliar com este artigo. Vamos mostrar quais são os aspectos que devem ser analisados antes de fazer uma escolha definitiva. Esperamos que a leitura seja útil para que encontre a melhor opção. Boa leitura!

Avalie o valor do investimento

Uma boa análise financeira pode ser a chave para ajudar você a tomar a decisão entre alugar ou comprar imóvel. Aqui, vale pensar no valor do investimento em um bem e fazer as contas, na ponta do lápis, como se diz, para verificar quanto dinheiro está perdendo ao pagar as mensalidades de um contrato de locação.

Tudo pode depender de quanto consegue reunir para fazer um financiamento, por exemplo. Afinal, se os juros forem muito altos, realmente ainda não é momento de investir na casa própria. Por outro lado, é possível pensar em um consórcio para a aquisição do imóvel, caso consiga arcar com as prestações enquanto ainda paga pelo aluguel.

Pense na sua estabilidade financeira em médio e longo prazo

Aqui, duas análises devem ser feitas. A primeira diz respeito a você se questionar como se vê daqui a dez anos, por exemplo. Se você tem um bom trabalho e sabe que pode arcar com as prestações de um financiamento imobiliário sem sustos, pode ser o momento certo de fazer a aquisição.

Algo que pode ajudar muito a tomar essa decisão é a sua situação financeira e as condições de obter um bom financiamento imobiliário. Você pode verificar, por exemplo, como está o saldo do seu Fundo de Garantia, que pode ser usado para dar entrada na compra de um imóvel

O outro lado dessa moeda serve para fazer você pensar se a locação é mesmo uma opção viável em seu futuro: por quanto tempo você acha que a instabilidade (encerramento de contrato, aumento anual do valor da locação etc.) será suportável em sua vida? Essa resposta é importante para que você tome uma decisão.

Verifique as oportunidades do mercado

O momento certo de comprar um imóvel também tem a ver com a situação econômica e as oportunidades que o mercado imobiliário oferece a você. Por isso, é importante acompanhar as notícias sobre o segmento e ficar bem informado sobre as suas oscilações e sobre as políticas de financiamento habitacional para aproveitar as melhores oportunidades.

Aqui, cabe ficar de olho em:

  • taxas de juros;
  • mudanças no Programa Minha Casa Minha Vida;
  • queda dos preços de imóveis;
  • alta nos valores para locação etc.

Analise o planejamento familiar

Por fim, essa decisão também passa pela avaliação da sua vida pessoal. O planejamento deve envolver toda a família e considerar, por exemplo, a possibilidade de ter filhos e garantir mais segurança e estabilidade às pessoas com que convive. É preciso, ainda, reunir todos em torno desse objetivo, caso decida pela aquisição da casa própria.

A opção entre alugar ou comprar imóvel, como vimos, é uma escolha muito pessoal e que depende de fatores como sua situação financeira e condições pra arcar com compromissos mais extensos, como um financiamento imobiliário. Faça uma autoanálise, pense em como deseja estar em um futuro não tão distante e tome uma decisão que pode ser determinante para a sua qualidade de vida.

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Como funciona o uso do FGTS para construção? Entenda aqui!

Muita gente não sabe, mas o saldo do seu Fundo de Garantia por tempo de Serviço (FGTS) pode ser usado tanto para comprar quanto para construir uma casa. O recurso, garantido por lei para todo trabalhador com registro em carteira, é depositado todos os meses pelo empregador em uma conta na Caixa Econômica Federal. O valor é equivalente a 8% do seu salário.

Quer aprender como usar o FGTS para construção, quem tem direito a esse benefício e como funciona esse processo? Continue a leitura deste post!

Como funciona o uso do FGTS para construção?

Que o saldo do FGTS pode ser usado para a compra de um imóvel já está bem claro. Mas a Caixa também pode liberar o recurso para a construção, desde que você atenda aos critérios estabelecidos pelo governo federal. Nesse caso, você poderá usar o dinheiro tanto para o pagamento total do valor quanto para parte dele. Veja quais são as regras para obtenção do benefício:

  • o terreno onde será feita a construção deve estar em seu nome;
  • o imóvel deve ser avaliado em até R$1,5 milhão;
  • a construção deve ser residencial e urbana;
  • o saldo do FGTS não pode ter sido usado nos últimos três anos;
  • você não pode ser beneficiário do Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
  • deve ter, no mínimo, três anos de carteira assinada, consecutivos ou não;
  • não pode ser proprietário de imóvel no mesmo município onde será feita a obra.

Qual o passo a passo para a retirada do FGTS para construção?

É preciso percorrer alguns caminhos para a obtenção desse benefício. Confira quais são eles:

  1. consulte o saldo do seu Fundo de Garantia nas contas ativas e inativas;
  2. faça o levantamento de todos os documentos necessários;
  3. vá até a Caixa Econômica Federal e solicite a aprovação da liberação do Fundo de Garantia;
  4. aguarde que a perícia vistorie o terreno onde será realizada a obra;
  5. peça a liberação do saldo do FGTS.

Posso reformar minha casa usando o FGTS?

Para fazer a reforma ou a ampliação da sua casa não será possível usar o dinheiro do FGTS diretamente na operação. Mas existem duas possibilidades de linhas de crédito oferecidas pela Caixa Econômica Federal, que explicaremos a seguir.

Fimac FGTS

Nessa modalidade, chamada de Financiamento de Material de Construção (Fimac), os valores liberados para crédito são baixos, de até R$20 mil. Por isso, costuma ser usada para reformas. O pagamento do valor financiado pode ser feito em até 120 meses. Porém, nesse caso, o saldo do FGTS serve somente como referência para que o crédito seja concedido, ou seja, você não vai utilizar o dinheiro.

Para ter direito a essa linha de crédito, o pretendente precisa apresentar um plano de obras, além da documentação exigida, como identidade e comprovante de renda. A contribuição para o FGTS deve ser de, no mínimo, três anos. Você não pode ter outros tipos de financiamento imobiliário.

Construcard

Aqui, trata-se do financiamento para a compra de materiais de construção, que deve ser feita em estabelecimentos credenciados à Caixa Econômica Federal. Com esse cartão, você poderá adquirir todos os itens necessários para a obra, desde cimento, telhas, tijolos, materiais de acabamento até caixa d’água, piscina ou equipamento de energia fotovoltaica.

Para obter o crédito, você passará por uma análise realizada pela instituição financeira, que determinará qual será o valor financiado, a taxa de juros e o prazo para o pagamento das prestações. Com a apresentação do plano de obras, você poderá abater parte da dívida usando o saldo do FGTS.

Como vimos, é possível usar o FGTS para construção e para reforma da sua casa, mas cada situação terá critérios diferentes de liberação do crédito pela Caixa Econômica Federal. Se você está pensando em realizar o sonho de construir a casa própria, comece a fazer o seu planejamento e estude a possibilidade de usar esse beneficio para custear a obra.

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5 dicas para evitar o desperdício de material de construção na obra

O desperdício de material de construção pode causar um grande impacto no valor final da obra. Em algumas construções esse item pode representar vinte por cento do total comprado. Isso significa que o valor da obra estará mais alto do que o necessário, e por isso devem ser tomadas medidas de planejamento para melhorar o aproveitamento dos materiais durante a construção.

Veja, a seguir, cinco maneiras de evitar o desperdício de material durante a construção de uma obra. Confira!

1. Invista em um bom planejamento da obra

O primeiro passo para evitar desperdícios de material é investir em planejamento. É importante que seja realizado um estudo sobre o terreno, sobre o que será construído, qual o tipo de estrutura será levantada, e outras informações.

Todas essas particularidades ajudam o profissional a montar um planejamento eficiente sobre as etapas construtivas, e até mesmo a fazer um cronograma físico-financeiro. Assim são estimados o valor gasto em cada etapa.

2. Não faça uma compra única de material

Por mais que seja tentador comprar todos os materiais da obra de uma única vez, o ideal é comprar aos poucos, conforme o desenvolver da obra.

Alguns materiais podem estragar por conta do mau armazenamento. Além disso, o projeto pode sofrer alterações, então materiais não previstos podem se tornar necessários e o que foi comprado anteriormente acabar sem valor.

3. Estoque os materiais corretamente

Cada material tem uma forma de armazenamento ideal para preservar as suas propriedades. Dependendo do porte da obra, faz-se necessário montar um pequeno barracão para proteger os materiais mais sensíveis até o seu uso.

Sacos de cimento, por exemplo, devem ser armazenados longe da umidade. Enquanto porcelanatos podem ser armazenados nas suas caixas, porém com o cuidado de empilhá-los corretamente para evitar a queda.

4. Contrate mão de obra qualificada

A equipe de colaboradores é a responsável por desenvolver todas as etapas construtivas da obra, por isso, escolha profissionais qualificados. Mantenha sempre a comunicação aberta para evitar mal entendidos e alinhar as expectativas.

Alguns trabalhos específicos, como a instalação de gesso, exigem profissionais especializados. Para esses serviços, busque recomendações e, se possível, veja os trabalhos desenvolvidos anteriormente por esses profissionais.

5. Visite a obra com frequência

Visitar a obra frequentemente ajuda a acompanhar a evolução das tarefas desenvolvidas. Dessa maneira, você consegue comparar o que está sendo construído com o projeto e identificar possíveis erros ainda no início.

Além disso, como a compra de materiais deve ser feita aos poucos você também acompanha os materiais que estão acabando e que devem ser renovados.

Como foi visto, existem diversas maneiras de evitar o desperdício do material de construção quando decidimos construir uma residência. Os principais benefícios ao aplicar as nossas dicas é reduzir erros que levam ao retrabalho e desperdício de materiais. Uma obra eficiente deve ser planejada e acompanhada de perto para aproveitar da melhor forma possível o dinheiro investido naqueles materiais.

Gerenciar uma obra não é tarefa simples, ainda mais quando somada à rotina cotidiana. Isso não significa que sua obra deve ficar sem um gerenciamento eficiente. Veja mais sobre o gerenciamento terceirizado para obra residencial. Solução ideal para quem tem tempo reduzido!